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Regras de Boa Educação

Hoje venho falar-vos de um tema pouco frequente nas minhas newsletters mas, de cuja importância nas relações interpessoais me tenho apercebido. Falo-vos sobre regras de boa educação e Feng Shui.

E se vos disser que os mesmos andam de mãos dadas e que têm grande impacto nas nossas vidas?

Há muito tempo que passo a mensagem que o Feng Shui não se aplica só a casas e a empresas, mas também ao nosso corpo, à nossa mente, à nossa forma de estar, de pensar, de comunicar e de agir.

Todos sabemos que o simples bater de asas de uma borboleta interfere com os equilíbrios do outro lado do planeta.

Imagine agora o impacto que as suas ações têm na vida de quem está mais próximo, daqueles que completam o nosso circulo de contactos.

Muitas vezes durante as consultas as pessoas queixam-se da forma como são tratadas, dos mal entendidos que se lhes deparam, dos litígios e conflitos em que, por vezes inesperadamente se veem envolvidos.

Mas no decurso do diálogo, quando falam sobre a sua vida, da forma como agem para consigo próprias ou com os seus ou até como prezam e cuidam das suas casas, do espaço que as acolhe e protege, rapidamente encontramos o “efeito espelho” ou seja, recebem de quem as rodeia uma resposta semelhante à sua conduta. Inadvertidamente, “entram na onda” e uniformizam o conteúdo e a energia da relação. Passam a ser tratadas exatamente como se estão a tratar a si próprias. Encontramos um exemplo muito generalizado em elementos do sexo feminino queixando-se de que só atraem parceiros descuidados. Mas depois observo as suas casas, o seu corpo, os seus modos, o seu estilo de vida descuidado, e encontro uma ligação. (Relembro da interrelação que existe entre os indivíduos e as casas, ou seja, as casas influenciam a nossa vida, mas nós também influenciamos as nossas casas).

Por outro lado, encontro outro tipo de situações de pessoas que tratam os outros de uma forma diferente do que se tratam a si próprias. Um exemplo muito claro disso são as situações de dois pesos e duas medidas, em que para os outros é de uma forma mais exigente, mas para com elas próprias é de outra mais condescendente. Exigem que os outros se comportem de dada maneira, que façam as coisas como querem, que cumpram as suas ordens, mas consigo próprios ou com os seus as exigências têm outro ritmo. Uma altivez na exigência, uma desculpa na autocrítica…

Todavia, tudo aquilo que pensamos, comunicamos, agimos, tem energia que está permanentemente a vibrar e a ser emanada para o exterior, que depois volta a nós, o que classificamos como a eterna Lei do Retorno.

E é aqui que entram as regras da boa educação. Quantos têm atitudes menos delicadas, grosseiras por vezes até, atos simples como ignorar, não respondendo aos contactos, mensagens, telefonemas. IGNORAR! Quando se difunde uma energia de indiferença, desrespeito, como acha que está a semear a energia que depois vai recolher?

Lembre-se, semelhante atrai semelhante.

Escolha ter pensamentos e atitudes e uma forma de comunicar com uma vibração mais elevada, mais luminosa, mais integra, mais educada. Eleve o seu padrão.

Aprendemos desde pequenos a regra “Não faças aos outros aquilo que não gostas que te façam a ti”, mas em boa verdade esta lição é deixada pelo caminho da vida e vemos pessoas que exigem aos outros aquilo que não são capazes nem sequer de exigir a si próprias.

Seja educado consigo e com os outros e espalhe essa energia mais positiva à sua volta. Comece a mudar o padrão vibracional em si e à sua volta e automaticamente verá que aquilo que atrai para a sua vida é bem diferente e para melhor.

O intuito deste artigo não passa por dar lições de moral, mas apenas para o sensibilizar do impacto das suas próprias ações, atitudes e pensamentos na sua vida.

Por isso lembre-se: Respeite o outro porque ao respeitar o outro está também a respeitar-se a si próprio e a emanar uma energia para o Universo para que os outros o respeitem também!

Votos de boas energias!

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